Arquivo mensal: julho 2020

Articolo: “Comunione e Invocazione”

Abbiamo pubblicato qui l’articolo “Communione e Invocazione”, di Frithjof Schuon. Commincia così:

“Ogni metodo di realizzazione spirituale comporta un mezzo fondamentale di concentrazione e d’attualizzazione; questo mezzo o sostegno è, nella maggioranza delle tradizioni se non in tutte, un’invocazione di un Nome divino, invocazione che può rivestire i modi più diversi, che vanno dall’appello propriamente detto, di cui la salmodia e la litania sono modalità secondarie, fino all’atto respiratorio e pure al silenzio che, per parte sua, sintetizza qualsiasi parola nella sua non differenziazione.”

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O homem deificado é o “motor imóvel”

No Céu, pode-se distinguir entre o Anjo supremo — ou o conjunto dos Arcanjos — e os outros anjos, aos quais se juntam os bem-aventurados; abaixo do Céu, na “roda dos nascimentos e das mortes”, o motor imóvel — como diria Aristóteles — não é senão o homem, o qual, sendo “feito à imagem de Deus”, abre-se para o Absoluto e para a Libertação. O homem representa ipso facto o Imutável e o Ilimitado, à maneira que o extremo limite da Manifestação universal torna possível; ele os representa potencialmente, indiretamente e passivamente no caso dos homens comuns, mas efetivamente, diretamente e ativamente em todo homem deificado; este é então central, não somente — como todo homem — em relação ao mundo animal, mas também — de uma maneira particular e por acréscimo — em relação à multidão dos homens comuns. Os “crentes” são como as gopis dançando em volta de Krishna e unindo-se a ele; enquanto ele toca — ele, o “motor imóvel” — a flauta salvadora.

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