Orientação sobre as virtudes

Publicamos hoje ensaio de Schuon, inédito em português, a respeito das virtudes. Este ensaio é um belo exemplo da profundidade e a precisão do aconselhamento espiritual do grande mestre alemão. O texto, que foi publicado em Résumé de Métaphysique Intégrale (Le Courrier du Livre, Paris, 1985), começa assim:

Segundo Santo Agostinho, “todos os outros vícios se ligam ao mal para que ele se faça; só o orgulho se liga ao bem para que ele pereça”. E, do mesmo modo, o Cura d’Ars: “A humildade está para as virtudes como o cordão está para o rosário; retira o cordão, e todas as contas escapam; elimina a humildade, e todas as virtudes desaparecem.” Isso quer dizer que o orgulho consiste em se glorificar por suas virtudes, quer diante dos outros, quer diante de si mesmo somente; o que destroi as virtudes por duas razões: em primeiro, porque elas são tomadas de Deus, a quem na realidade elas pertencem, e porque assim a pessoa se põe – como Lúcifer – no lugar da Fonte divina; e, em seguida, porque se atribui de facto um valor desproporcional a um fenômeno necessariamente relativo. “Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que faz a direita.”

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