
Todo homem ama estar à luz e ao ar fresco; ninguém gosta de estar preso numa torre sombria e sem ar; é assim que é preciso amar as virtudes, e é assim que é preciso detestar os vícios. Nenhum homem que pode desfrutar da luz e do ar pensaria em proclamar “o sol sou eu” ou “o céu sou eu”; amamos a ambiência da luz e do ar, e é por isso que entramos nela. É assim que é preciso entrar nas virtudes: porque elas se impõem por sua natureza e porque amamos sua ambiência.
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