(Notei agora que já tinha publicado esta carta, em julho de 2015. Mas, agora que o fiz, acho válido mantê-la aqui, repetida, dada a sua importância. Ela foi incorporada a um belo ensaio publicados no livro O Esoterismo como Princípio e como Via, que, infelizmente, tem uma tradução brasileira não muito boa, como também já indiquei neste espaço.)
“A injustiça é uma provação, mas a provação não é uma injustiça. As injustiças vêm dos homens, enquanto que as provações vêm de Deus; aquilo que, da parte dos homens, é injustiça e, por consequência, mal, é provação e destino da parte de Deus. O homem tem o direito ou, eventualmente, o dever de combater um determinado mal, mas ele deve se resignar à provação e aceitar o destino; ou seja, é preciso combinar as duas atitudes, dado que toda injustiça que sofremos da parte dos homens é ao mesmo tempo uma provação que nos chega da parte de Deus. Continuar lendo


